Estresse prejudica pele, barba e cabelos, mas alimentação pode ajudar

A expressão “nervos à flor da pele” nunca fez tanto sentido, afinal não está fácil para ninguém. Se você não notou aumento do aparecimento de cravos e espinhas e nem ganhou quilos extras, pode se considerar uma pessoa de sorte.A pandemia tem causado estresse e ansiedade pelo aumento da produção do cortisol (hormônio do estresse), desajustando a rotina alimentar e o sono, o que impacta na saúde da pele, dos cabelos e até das barbas. Para a médica dermatologista da Fêmina Clínica de Estética, Paula Azevedo, nesse momento é comum surgirem irritações na pele e queda dos fios.

As alterações mais comuns na pele são as dermatites, em especial a dermatite seborreia da face e do couro cabeludo, conhecida popularmente como caspa. Outras alterações menos comuns são doenças como vitiligo e psoríase.

“Quem já tem algum quadro psiquiátrico também pode sofrer com as dermatites autoprovocadas, acne escoriada (que a pessoa espreme as lesões) ou a tricotilomania que é o ato de arrancar fios de cabelo. No caso dos homens, tenho atendido no consultório mais casos de alopecia areata, que são falhas nos pelos da barba que também podem estar ligados ao estresse. A queda dos fios pode ser causada pelo estresse, dietas restritivas, pós-parto, pós-cirurgia e até anemia”, explica.

E a alimentação?

É mais um fator que chama a atenção nesse período. É comum exagerar em alimentos ricos em gordura ruim (LDL) que aumentam a acne. Segundo nossa nutricionista, Gracielly Faria, as gorduras ruins são encontradas normalmente em alimentos industrializados, margarina, sorvete, creme de leite, biscoito recheado e na carne vermelha.

E os carboidratos refinados encontrados nas farinhas brancas, doces, refrigerantes, bebidas açucaradas, pães, carnes embutidas e enlatados elevam os níveis de insulina e cortisol.

Para manter a pele bonita, saudável e hidratada, a primeira regra é beber água regularmente na quantidade adequada. Isso ajuda a eliminar os radicais livres e as toxinas que danificam a pele, além de repor os minerais perdidos e levar nutrientes para as células.

Outra dica é dormir bem, pois durante o sono o corpo diminui a produção de cortisol e adrenalina. Isso reduz o estresse e ajuda a controlar o apetite, já que uma noite mal dormida favorece o desejo por alimentos calóricos e açucarados.

O que comer para manter a saúde da pele

Para combater a flacidez: Invista em alimentos ricos em antioxidantes, antiinflamatórios e flavonoides, como açaí, uvas, goji berry, chá verde, tomate e frutas vermelhas em geral. O consumo regular ajuda na recuperação da elasticidade e combate os radicais livres, retardando o envelhecimento da pele.

Para garantir firmeza e recuperação muscular: Consuma proteínas, que podem ter origem animal, como carnes bovinas, suínas, peixes e aves, leites e derivados ou origem vegetal, como feijões, semente de abobora, semente de chia, gergelim, aveia, soja, quinoa e lentilha.

Para a elasticidade da pele: Aumente o consumo de gorduras boas (HDL) que são encontradas em alimentos naturais, como o abacate, amendoim, nozes e azeite, mas vale lembrar que o consumo em excesso das gorduras pode colaborar para o ganho de peso.

Para formação de colágeno: Invista diariamente no consumo de alimentos ricos em vitamina C, encontrada nas frutas cítricas, como limão, laranja, acerola, kiwi, morango, melão e abacaxi, além de outros alimentos, como brócolis. Os cereais integrais, ricos em minerais como zinco e silício, ajudam na cicatrização da pele.

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