Protocolo para gordura localizada: criofrequência e criolipólise

Quer se sentir melhor com o seu corpo, sem fazer cirurgias plásticas? A criolipólise de contraste e a criofrequência podem ajudar você. Ambas as opções são ótimas, com baixíssimas contraindicações e não expõem o paciente a uma mesa de cirurgia. Apesar de utilizarem o prefixo “crio”, de congelamento como aliadas, as técnicas são diferentes uma da outra, mas ambas ajudam a combater a gordura localizada e uma delas também combate celulites e flacidez. Aqui na Fêmina Clínica de Estética temos os dois procedimentos, que proporcionam bons resultados quando bem indicados. Vamos saber um pouco mais sobre eles?

Como funciona a criofrequência e quais suas vantagens?

A criofrequência age através da sinergia do frio e do calor. Com a ponteira ultracongelada a -10ºC, o aparelho provoca um resfriamento nas camadas superiores da pele e um aquecimento nas camadas mais profundas. As ondas de choque térmico entre as temperaturas fria e quente aumentam a oxigenação local, o metabolismo celular e geram uma instabilidade na membrana das células de gordura que se rompem, além de induzir a produção de um novo colágeno.

Na derme o aparelho promove contração das fibras elásticas com efeito tensor em uma ação imediata e uma ação tardia que estimula a produção de fibras colágenas nos próximos dias. A principal vantagem da técnica é a perda de gordura localizada, que pode chegar a 40% ao final do tratamento e diminuir até 3 cm logo na primeira sessão, mas o aparelho também ajuda a combater flacidez e celulite. A aplicação é feita com o manuseio de uma ponteira móvel, o que possibilita o tratamento de toda a região.

E a criolipólise de contraste?

A criolipólise de contraste funciona de maneira diferente, por meio de uma ponteira com sucção que é colocada no local a ser tratado, com uma manta anticongelante que protege a superfície da pele. Esse equipamento congela as células de gordura a temperaturas negativas para serem destruídas e esse processo faz com que o corpo entenda que elas não fazem mais parte do organismo e as expele naturalmente.

A criolipólise de contraste é mais eficaz que a tradicional pelo fato de utilizar, também, as propriedades do calor, que contribuem para a destruição de um maior número de células de gordura (adipócitos). O procedimento que reduz camadas de gordura em áreas difíceis pode ser feito no abdome, flancos, região interna da coxa, gordura das costas e a também na papada. O volume de gordura na área tratada pode ter redução de até 45% sem danificar os tecidos ao redor. O resultado é percebido após dois a três meses da aplicação.

Combinação de procedimentos e acompanhamento de profissional

Vale destacar que tanto a criolipólise, quanto a criofrequência possuem estudos científicos com bons resultados comprovados na prática, porém um tratamento não substitui o outro, uma vez que eles trabalham com estímulos diferentes, o que gera no organismo respostas fisiológicas distintas. Por isso unir as duas terapias pode ser trazer resultados ainda mais satisfatórios. Mas, a escolha deve ser feita pelo paciente com acompanhamento e indicação de um fisioterapeuta dermatofuncional para fazer esse tipo de procedimento.

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